


Gente.. Pra desejar Um feliz Natal.. e Um òtimO AnO NovO..
Estou indo viajar hj.. não sei qdo eu atualizo os próximos capitulos do Conto..
Mais.. Vou continuar tah?!
Capítulo V- Passa-se meses..
Já haviam se passado 5 meses do meu primeiro encontro com Clara.. Éramos como unha e carne... não nos separávamos por nada.. Ela era a minha sombra.. e eu a amava como nunca tinha sentindo por alguém antes..
Ela só me via como seu melhor amigo, eu via isso com muita nitidez, mais a minha esperança é que ela algum dia percebesse que não haveria no mundo alguém que à quisesse tão bem quanto eu.
Estudávamos na mesma escola, na mesma sala, morávamos muito perto então nos viamos a todo momento..O que eu mais gostava era de fazê-la sorrir , pois aquilo valia mais que mil diamantes para mim.
Certo dia quando cheguei à casa de Clara, estava tudo muito quieto, ela não estava sentanda no seu jardim da frente como de costume, as janelas estavam fechadas, tudo muito quieto e mórbido. TOquei a campainha e ouvi os passos de alguém descendo as escadas, ela abriu a porta mais não estava sorrindo, não tinha o brilho nos olhos estava triste e abatida. Não sei descrever o que senti naquele momento, era a pior coisa do mundo ver Clara daquela maneira. Perguntei o que havia contecido e então veio uma Tia dela e me disse que a mãe dela estava muito doente na UTI do hospital local. Quando a tia dela disse isso, Clara desabou a chorar.. um choro sufocante, nunca tinha visto ela tão triste, na verdade Clara era uma menina tão forte que aquilo parecia impossível em meus pensamentos.
Liguei para minha mãe e disse que iria ao hospital com Clara para ver a mãe dela, e fui. Chegando lá, entrei no quarto se é que pode se chamar assim, e logo vi a Dona Célia deitada com olheiras profundas, não parecia nada comm a mulher que eu conhecia, ela estava mal muito mal, mais ainda sim tinha os olhos brilhando como os da filha.Ela pediu prar que eu me aproxima-se da cama e quando cheugie bem perto para poder ouví-la ela sussurou de um modo quase inauditível: "Cuide dela para mim Lucas".. eu olhei para ela com meus olhos arregalados e ela piscou para mim em seguida Clara entrou, tinha ido buscar um flor para a mãe na floricultura ao lado. Ficamos ali por algumas horas e a tia de Clara nos levou para casa.
Na manhã seguinte acordei com o som da minha campainha era Clara dizendo que a mãe dela havia falecido. Ver Clara aquele dia foi terrível.. Eu queria tirar toda a dor que ela estava sentindo gostaria mesmo.. mais não podia.. fiqeui ao lado dela o tempo inteiro era o minímo que eu poderia fazer.
Do que a Dona Célia morreu eu nunca soube.. nunca comentaram comigo nada e eu também nunca tive a frieza de perguntar a Clara.. pois sabia o quanto aquilo doia naquela menina tão doce.
Gente vou Indo..
Bom Natal à todos..
BjãO